terça-feira, 29 de junho de 2010

A VELHA FITA K7 ESTÁ DE VOLTA

O chiado é indiscutível, ela não é fácil de ser encontrada no mercado, sua durabilidade é bastante contestada e o tempo de execução do modelo mais utilizado não ultrapassa os 60 minutos. Contra todas as possibilidades, na era da música digital, a fita cassete vem ganhando uma sobrevida. Pelo menos por ora, não na mesma proporção do vinil. Mesmo assim, as fitinhas não são mais encaradas como mortas-vivas no meio independente. E o que é mais curioso, elas ressurgem por meio de pessoas que não necessariamente fazem parte do grupo de nostálgicos do velho tape.
No exterior há vários selos independentes que voltaram a adotar as fitinhas. No Brasil, a iniciativa ainda dá os passos iniciais. Nessa semana, o recém-criado selo juiz-forano Pug Records – se não o único, um dos poucos do gênero a se debruçar no formato – promove seu primeiro lançamento, Eu eu mesmo e os vários beijos cafeinados, da banda fluminense Coloração Desbotada. Depois desse, tem dois outros cassetes engatados, Top Surprise e duplodeck, ambos grupos de Juiz de Fora. O Pug Records nasceu para lançar música em dois formatos: em arquivos MP3 (download gratuito no site pugrecords.com) e em K7, que vai trazer faixas bônus, um diferencial para quem comprar a fitinha.
Confira a matéria completa aqui

Nenhum comentário: